sábado, 26 de setembro de 2009

Mensagem ao Vento;

Queria que todos os caminhos que eu trilhasse me levassem até você
Queria que todas as estrelas do céu, se eu as seguir, me levassem até você
Queria guiar-me pela bússola, pois você é meu norte, és meu forte, és meu amor.

Quis isolar-me do mundo e trilhar meu caminho sozinho até que encontrei a ti
Queria, depois de te encontrar levar-te as estrelas, um lugar especial onde Deus possa nos ouvir dizer um para o outro: Eu te amo.

Tudo que eu queria era apenas ter tua mão na minha mão, teus olhos a observar minha medíocre pessoa e dizer: Eu te aceito como tu és. E depois caminhar nas águas serenas da felicidade.

Mas hoje ainda tento encontrar os caminhos que levam a ti
As estrelas que me guiariam a ti
E minha bússola aponta para lugar nenhum

Hoje só me resta gritar eu te amo, para que o vento leve essa mensagem até encontrar a ti,

meu amor.

Gabriel Pontes

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Fernanda Isidoro

Sei que havia prometido a mim mesmo que não publicaria poesias com fotos as garotas que eu dedico, entretanto essa garota é muito especial para mim, foi com ela que aprendi o valor do amor, e mesmo que nossa história não dure eternamente eternizarei essa poesia aqui para que um dia possa me lembrar o quanto fui feliz.

Te amo Fernanda Isidoro.




Sentado na varanda
Ao lado o violão
Lembrei daquele dia
Em que surgiu nossa paixão

Minhas mãos em suas mãos
Seus olhos nos olhos meus
O destino permitira
Meus lábios tocar os teus

Eu sabia!
Quando te vi naquela noite
Eu te queria!
Por séculos infinitos
E mais um dia

Para poder admirar
Teu sorriso tua cor
E o teu jeito de me amar

E o amor iluminou
Cada dia cada hora
Ajudou nos primeiros passos
A construir nossa história

E hoje já faz um tempo
Mas para o tempo é tempo algum
Se pudesse voltar no tempo...

Eu voltaria
Naquele mesmo dia a noite
Te beijaria
Por vários séculos infinitos
E mais um dia

Para poder admirar
Teu sorriso tua cor
E o teu jeito de me amar

Gabriel Pontes

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

No que me tornei?


Que se passa em mim?
Estou virando um ser inanimado
Sem idéias próprias, sem idéias a defender
Não sou mais o antigo celerado

Cadê os livros que não estão mais em minhas mãos?
No meu blogue nem postagem a vagar
Só falo de Deus e do Demônio ou do quanto não gosto das pessoas
Algo que virou repetição e que todos tendem a esperar

O que ouve com meu eu incomum?
Aquele que não acreditava em nada
Aquele que bebia vinhos
E lia filosofia nas madrugadas?

O que ouve comigo?
Por que não tenho mais a solidão
A felicidade torna-me tão improdutivo
Era mais feliz quando não tinha coração?

O que aconteceu comigo?
Não consigo mais ouvir o medo
Não consigo mais ouvir as mentes
E desvendar seu segredos

O que ouve comigo?
No que me tornei?
Tornei-me naquilo que mais temia
Tornei-me aquilo que tanto critiquei

Um patético sentimental
Amante, emotivo e natural
Porque me tornei Jesus
Neste pobre arrogante sentimental?


Gabriel Pontes