terça-feira, 30 de setembro de 2008

Eu não amo, eu não sinto;




Você ri de mim, me ridiculariza, me chama de palhaço...
Eu não amo, eu não sinto
Eu não choro, eu não minto
Eu vivo a cada dia faminto
Como um mero e reu palhaço!

Choro, pois minha tristeza é o conforto de minha alma
Choro, pois não amo
Choro, pois não sinto
Choro, pois não minto
E vivo neste mundo faminto
Até que o amor vem e me mata!

Até renascer na poesia, na dor
Renascer por que não mais amo
Renascer por que não mais sinto
Renascer por que não mais minto
E vivo e sempre viverei nesse mundo faminto
Condenado a sofrer eternamente de amor.

Gabriel Pontes

1 Comentários:

Anônimo disse...

daora nao sei se conseguiria escrever assim !!

boa sorte pra vc gabriel!!

heitor N Corazza